Domingos clássicos: mIRC
Antes do Twitter, antes do MSN, antes do ICQ… havia (e ainda há) o IRC. Uma rede (na verdade, várias redes) de bate papo em que as pessoas podem entrar, se agrupar em salas e conversar – publicamente, nas salas e em privado, uma com a outra.
O clássico que a gente apresenta hoje é há muitos anos o programa mais popular: o mIRC. Criado em 1995, o programa permite acesso fácil às redes de IRC, suas salas de bate papo, à troca de mensagens particulares e de arquivos entre usuários.
O mIRC É um programa leve e muito maduro, com poucos bugs e bem fácil de instalar e rodar. Ele é pago, porém, nenhum recurso é desativado: se você não pagar, ele simplesmente abre uma janela pedindo para que você pague cada vez que ele abre. E só. Tudo funciona normalmente.
Mas alguém pode perguntar… alguém usa IRC ainda? A resposta não só é um sonoro SIM, como eu diria que algumas das pessoas mais influentes na comunidade digital são usuários frequentes de IRC.
Desenvolvedores de software livre usam intensamente rede irc – mais especificamente a freenode – para trocarem idéias e hospedarem as salas oficias de bate papo de seus programas. Por exemplo, a Wikipedia tem o seu canal lá, assim como o Ubuntu.
Muitos sites de torrents, tradutores de legendas e outras comunidades também costumam ter seus pontos de encontro no IRC. Mas você não precisa procurar um nicho para usar o nick. Existe uma rede nacional, a irc.virtualife.com.br, com salas nacionais para bate papo descontraído (ou o que você quiser).
O mIRC é antigo, mas continua em desenvolvimento e roda em todas as versões do Windows.
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